chove
chuvas de Maio.
silêncios sonantes
escuridão de que provenho
sentidos despertos
singular proveta invisível
de alquímicos sons
os sons de nós
os nossos laços ...agora nós
agora amarras cordas de sangue
algas que enredam em nostalgia
enredam os ossos enredam as vidas
são agora plurais ambíguos
mãos calosas e duras
sequelas de outras mãos
e o corpo a palpitar..gritando desejo
apenas recorda frágeis memórias
acreditando na noite...
silêncios sonantes
escuridão de que provenho
sentidos despertos
singular proveta invisível
de alquímicos sons
os sons de nós
os nossos laços ...agora nós
agora amarras cordas de sangue
algas que enredam em nostalgia
enredam os ossos enredam as vidas
são agora plurais ambíguos
mãos calosas e duras
sequelas de outras mãos
e o corpo a palpitar..gritando desejo
apenas recorda frágeis memórias
acreditando na noite...
Margarida Cimbolini
