chuva
ergue os olhos e suga a lua
bebe seu liquido luar
,
de prata é a agua pura
que sorves no teu olhar
,
sangue novo em mim circula
ao banhar-me nesse mar
,
sangue que é milho e mosto
que mata esta sede de ser
,
e cada dia que nasce
é mais um dia pra viver
,
tu meu amor ...ausência
tomas a minha mão na tua
,
sinto eu o teu morrer
e fica a vida dura
,
o luar faz-se pranto a correr
e estendo as mãos na chuva
,
estalam as mãos a arder...
e sobe em mim a amargura
de nunca mais te ver.
Margarida Cimbolini
ergue os olhos e suga a lua
bebe seu liquido luar
,
de prata é a agua pura
que sorves no teu olhar
,
sangue novo em mim circula
ao banhar-me nesse mar
,
sangue que é milho e mosto
que mata esta sede de ser
,
e cada dia que nasce
é mais um dia pra viver
,
tu meu amor ...ausência
tomas a minha mão na tua
,
sinto eu o teu morrer
e fica a vida dura
,
o luar faz-se pranto a correr
e estendo as mãos na chuva
,
estalam as mãos a arder...
e sobe em mim a amargura
de nunca mais te ver.
Margarida Cimbolini
