domingo, 24 de abril de 2016

DEVANEIO

devaneio
E em cada borboleta que voa
o meu sonho ruge e ecoa
até que a mão me doa
eu sou poesia e manhã
. manhã da minha vida.
profunda é a dor que em ...
.....mim morre.....
e a vertente que tenho da vida
é esta veia que em mim corre...
dispenso fama e louros e aplausos
aplaudir o quê ,se em cada dia
....morro mais um pouco..
se a vida perdeu já a fantasia
se nenhum objectivo me move ...
se morrer em mim a poesia...
sou eu quem morre....
e de mim já resta pouco....
pois nada de mim me elogia
e quem me era querido
já se foi....
agora escarro nesta vida que me dói
e prossigo de joelhos ajoujada
com o peso de toda da singular magia
com que nasci e que concorre
para ser pouco o apreço que me guia...