na coroa
na coroa e no timbre
te quero
.
a ti meu brasão de antanho
eu me curvo e eu venero
.
nos campos de Alcácer -Quibir
eu vi este povo nascer
faço historia com ABRIL
e das Quinas renascer
.
ver os Castelos abrir
as portas ao meu país
parti-mos então no ir
não vamos retroceder
.
língua,pátria e irmão
palavra séria morrer
vamos tombar de ilusão
no mito que é viver
.
vou dizendo no meu ir
a palavra liberdade
por força que há.de ter
um Abril mas sem saudade
.
te quero
.
a ti meu brasão de antanho
eu me curvo e eu venero
.
nos campos de Alcácer -Quibir
eu vi este povo nascer
faço historia com ABRIL
e das Quinas renascer
.
ver os Castelos abrir
as portas ao meu país
parti-mos então no ir
não vamos retroceder
.
língua,pátria e irmão
palavra séria morrer
vamos tombar de ilusão
no mito que é viver
.
vou dizendo no meu ir
a palavra liberdade
por força que há.de ter
um Abril mas sem saudade
.
navego na barca bela
e comigo todos vós
mas guardai o remo e a vela
espreita a sereia por nós
.
e é bela .....muito bela.....
fugirá o povo dela...?
aqui a ato com nós.....
aqui a ato com nós.....
mando a minha caravela
.....por esses mares navegados
mas de mim vos digo eu
.......não será ainda agora que cantarei liberdades....
.....por esses mares navegados
mas de mim vos digo eu
.......não será ainda agora que cantarei liberdades....
