Calor
É pesado este calor mais parece trovoada
Vem de baixo vem da terra...
No ar um odor a pó..
e o meu corpo padece.l
As aves voam no céu sem saber desajeitadas.
no céu não encontram estradas..
Na terra os animais tossem
E a natureza aqueçe procura frescura nas águas..
Presságios sinto no ar não de chuva mas de pragas.
Universo que de todos sabe rebenta zangado!
O homem olha para si..
No seu caminho centrado..
E roda sobre si próprio num círculo fechado
Tudo nos chama pra fora!
O coração cá dentro chora.
e quando olho pra traz de guerra me vem a memória..
Tudo roda e se repete mas o homem ri e esquece..
Peço à brisa chamo o vento.
Obrigo -me a viver...tento..
Mas vejo e escuto sinto e penso...
É não me sinto em Gloria.
antes no testamento de toda um longa memória!
Vem de baixo vem da terra...
No ar um odor a pó..
e o meu corpo padece.l
As aves voam no céu sem saber desajeitadas.
no céu não encontram estradas..
Na terra os animais tossem
E a natureza aqueçe procura frescura nas águas..
Presságios sinto no ar não de chuva mas de pragas.
Universo que de todos sabe rebenta zangado!
O homem olha para si..
No seu caminho centrado..
E roda sobre si próprio num círculo fechado
Tudo nos chama pra fora!
O coração cá dentro chora.
e quando olho pra traz de guerra me vem a memória..
Tudo roda e se repete mas o homem ri e esquece..
Peço à brisa chamo o vento.
Obrigo -me a viver...tento..
Mas vejo e escuto sinto e penso...
É não me sinto em Gloria.
antes no testamento de toda um longa memória!
