Tu
meu silêncio
timbrado de negro
meu brado
pedra de ninguém
eu minha vida
meu canto
minha sombra
Sol que não via
verdade e noite escura
onde o luar
não aluava
transparências de maresia
ou mar alto
que me vestia
teus olhos boca minha
onde não mentia
planalto ou planicie
eu ceara madura
milho rei
que destronava
timbrado de negro
meu brado
pedra de ninguém
eu minha vida
meu canto
minha sombra
Sol que não via
verdade e noite escura
onde o luar
não aluava
transparências de maresia
ou mar alto
que me vestia
teus olhos boca minha
onde não mentia
planalto ou planicie
eu ceara madura
milho rei
que destronava
e o vento.....e o vento....
que passou já cansado e lento
e nos destronou ...neste lamento..
que passou já cansado e lento
e nos destronou ...neste lamento..
