terça-feira, 17 de novembro de 2015

GUERRA

guerra -------
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dias tristes
pesados de más novas
pasto de chamas
e o sono
dormir
esconder a cabeça nas mãos
o sangue
lágrimas almas há solta
desordenadas
procuram caminho
a terra aberta ,peitos abertos
no solo
a morte....multidão na morte
todos são enorme singular
a todos chega ocupa o seu espaço
instala-se
vem de repente sem sinais
sinal sempre aberto
a torre que tomba nas profecias
e dói
os eus baralhados gritam nomes
memórias surgem
é a guerra
a guerra de quem já não vive
fanáticos objectivos comem corpos
e o sono
cala a poesia
a compaixão vence
. a grande vala aberta.
vai desvanecer-se
mas a alma memória indelével da fé será procura até há LUZ.