sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016

FAÍSCAS

Faíscas
crescem na terra
cearas de loiras espigas
quantas mortes! quantas vidas! 
as faíscas do destino
tombam nas palmas das mãos
longe de nós está o tino
de abrir o coração
muda a Vida de repente
ao sabor do Universo
emproado e indiferente
cada um segue o seu verso
abre -se o céu de cansado
tudo avisa a tempestade
os animais Inquietos
anseiam por liberdade
o humano hirto. erecto..continua a passar certo.
qual detentor da verdade
que me queimem as faíscas
no tropeço da idade
peço o aviso constante
e mais que tudo o que tenho peço uma grande humildade