quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

GAIVOTAS

gaivotas
gaivotas voam no meu peito
mas de tal jeito
que as sinto sós
voam em bandos
mas uma a uma ao céu ruma
no abrigo de cada pluma
.dentro de mim há gaivotas.
e cada uma murmura.
quando sai pede há lua
que encha a minh,alma nua
que a encha de sobressaltos
que torne esta sede mais pura
que me banhe no mar alto
que ninguém me chame sua.
que apresse a minha procura
pois que bebo água salgada
e esta sede não mato.