Claromodo
Claro que posso sonhar -te
Claro ou escuro
A sépia
Ou a cores
E posso chamar -te amor
Posso inventar cume de montanha
Lava em erupto vulcão
Posso gelar-te
E ferver na tua mão
Posso colar - me a ti
Nua redonda e louca...
E morder lambendo sôfrega
O sexo absoluto sem temor nem rejeição
E voar rápida e mouca..
Sozinha em maré e solta ...
Mas tu sem mim...ficarás
de olhos mudos...
Com beijos murchos na boca
Ou a pagar ilusão..
Posso correr por aí desaforada
e do céu fazer estrada..
E tudo quieta ..parada..!
Posso quase tudo...
Tu não podes nada..
Mas vem amor ..corre bate à
porta sobe a escada..
...e entra em mim...
...faz de mim escrava..
e ama me com paixão !
Margarida Cimbolini
Claro que posso sonhar -te
Claro ou escuro
A sépia
Ou a cores
E posso chamar -te amor
Posso inventar cume de montanha
Lava em erupto vulcão
Posso gelar-te
E ferver na tua mão
Posso colar - me a ti
Nua redonda e louca...
E morder lambendo sôfrega
O sexo absoluto sem temor nem rejeição
E voar rápida e mouca..
Sozinha em maré e solta ...
Mas tu sem mim...ficarás
de olhos mudos...
Com beijos murchos na boca
Ou a pagar ilusão..
Posso correr por aí desaforada
e do céu fazer estrada..
E tudo quieta ..parada..!
Posso quase tudo...
Tu não podes nada..
Mas vem amor ..corre bate à
porta sobe a escada..
...e entra em mim...
...faz de mim escrava..
e ama me com paixão !
Margarida Cimbolini
