O mundo
incólume segundo em que nasce
divino,,, mortal,,,fatal....o mundo
ele fala da sua própria infância
divino,,, mortal,,,fatal....o mundo
ele fala da sua própria infância
como o nascer do Sol..... nasce
como o simples nascer de uma criança
como o simples nascer de uma criança
Símbolos se espalham em fateixa
cada um único inalterável com sentido
mistério de sensual gueixa
mistério de sensual gueixa
cada um ..em pombas.. em milhafre. em águia
une e desune hieroglíficos ,,,fábulas e deixas..
.
Ao poeta cabe... o conhecimento... a lucidez
de na metáfora trazer os símbolos ´há ribalta
une e desune hieroglíficos ,,,fábulas e deixas..
.
Ao poeta cabe... o conhecimento... a lucidez
de na metáfora trazer os símbolos ´há ribalta
o Sol ....a lua...a terra ....a água a Paz e a guerra
tudo ressalta e ferve nos olhos do poeta
tudo ressalta e ferve nos olhos do poeta
porque falar apenas do calor do Sol.
,,da beleza da lua ,,,da agua que brilha em cascata
,,da beleza da lua ,,,da agua que brilha em cascata
da terra que se pisa ..que se move..... onde se semeia
onde se enterra e não a sobrepesar na cabeça onde ela pesa!
onde se enterra e não a sobrepesar na cabeça onde ela pesa!
e o mar onde se esconde... onde começa.... onde vai..
...onde vai o mar... cheio de chuva ...tão cantado...?
...onde vai o mar... cheio de chuva ...tão cantado...?
tão amado este mar onde se aninha a terra....
.... onde o amor habita e onde habita a guerra
.... onde o amor habita e onde habita a guerra
na maré se esconde a estrela .....da lua tomba magia
e como definir maresia....?.
e como definir maresia....?.
ao poeta cabe a árdua tarefa de saber não só de sentir
mas de conhecer....venham os poetas do passado..!
mas de conhecer....venham os poetas do passado..!
desçam sobre este mundo pejado de historias em mágico dizer
....os símbolos dar a conhecer
....os símbolos dar a conhecer
que não seja esta vida apenas a ruína que de esquina em esquina
traz o poeta,,, perdido,,,sem rota,,terra sem arado,,,historia sem passado
prenhe de amor ,,,,rindo de dor ,,,,amando amarfanhado
buscando ..... roubando desgrenhado apenas a fútil brisa que o vento lhe
traz tornando-o apenas um inerte sentimento......
.........Lanterna sem luz......fechadura sem chave...
,,,,, ferramenta sem lamina.....espada sem cabo......
Margarida Cimbolini
traz o poeta,,, perdido,,,sem rota,,terra sem arado,,,historia sem passado
prenhe de amor ,,,,rindo de dor ,,,,amando amarfanhado
buscando ..... roubando desgrenhado apenas a fútil brisa que o vento lhe
traz tornando-o apenas um inerte sentimento......
.........Lanterna sem luz......fechadura sem chave...
,,,,, ferramenta sem lamina.....espada sem cabo......
Margarida Cimbolini