a estranheza de ver os olhos vazados
na procura do infinito
a estranheza de ser só
a estranheza do corpo ...
esventrado pelo tempo
e o pó
o pó nas pálpebras..
nas mãos ..entranhado na pele
a longa estranheza de estar viva
desde o primeiro vagido
sempre estranha e com medo
o medo da estranheza..
...louca e sem sentido
a estranheza da multidão vil
enorme estranha e sem estranheza
num mundo concentrado no umbigo
a estranheza de um país parado
e tantas almas sem postigo
a estranheza dos sonhos fugidos
do tempo passado do presente inventado
de um futuro cada dia amanhecido
estranha forma de vida
...........................esta que trago comigo
na procura do infinito
a estranheza de ser só
a estranheza do corpo ...
esventrado pelo tempo
e o pó
o pó nas pálpebras..
nas mãos ..entranhado na pele
a longa estranheza de estar viva
desde o primeiro vagido
sempre estranha e com medo
o medo da estranheza..
...louca e sem sentido
a estranheza da multidão vil
enorme estranha e sem estranheza
num mundo concentrado no umbigo
a estranheza de um país parado
e tantas almas sem postigo
a estranheza dos sonhos fugidos
do tempo passado do presente inventado
de um futuro cada dia amanhecido
estranha forma de vida
...........................esta que trago comigo
