não encontro a foz do teu corpo
nos rios da solidão
......
não vejo que as tuas mãos
busquem afagos
maiores que fugazes
penas de pavão
.......
mas vejo nos teus olhos
a fuga da andorinha
que vai e vem sozinha
e nos teus lábios
uma sede de ilusão
uma gaivota faminta
com medo da tempestade
se se avizinha
.......
uma alma que também é minha
um malogrado fulgor de compaixão
........
e uma presença nua
correndo descalça
e deixando na rua
uma acorrentada paixão
........
encontro escada
e beleza na quimera
aninho no degrau
.....
deitada...talvez á tua espera...
nos rios da solidão
......
não vejo que as tuas mãos
busquem afagos
maiores que fugazes
penas de pavão
.......
mas vejo nos teus olhos
a fuga da andorinha
que vai e vem sozinha
e nos teus lábios
uma sede de ilusão
uma gaivota faminta
com medo da tempestade
se se avizinha
.......
uma alma que também é minha
um malogrado fulgor de compaixão
........
e uma presença nua
correndo descalça
e deixando na rua
uma acorrentada paixão
........
encontro escada
e beleza na quimera
aninho no degrau
.....
deitada...talvez á tua espera...
