IDA
sou filha de gente morta
reescrevo esta ânsia viva de ser gente
circunflexas as palavras
dão voltas singulares
no tempo reencontram ..híbridas
....e vibrantes.....
sempre um veiculo onde poisar
reescrevo esta ânsia viva de ser gente
circunflexas as palavras
dão voltas singulares
no tempo reencontram ..híbridas
....e vibrantes.....
sempre um veiculo onde poisar
.graça esta de ser filha da graça.
Pesada herança que me deixa tonta
e quebrantada..
sempre a puxar pelo tempo....
O dia a noite o Sol a Lua...
mistério inexorado onde me afundo..
e quebrantada..
sempre a puxar pelo tempo....
O dia a noite o Sol a Lua...
mistério inexorado onde me afundo..
A vida a morte e eu...
Este vagabundo eu que me persegue
Este singular modo de ser gente
onde sofro passado e presente
Empurrando o futuro com unha e dente..
Alegria vã de algumas horas nunca completa..
nunca contente....
Mais ..mais e mais mais amor ! um céu maior!
uma estrela mais perto....um som mais puro...
Um poema que resume de verdade !
uma verdade que encha o mundo....
E me desperte...... mas onde essa realidade
..real e funda e mordente . ?......esta não..
Outra diferente....dimensão da morte e da vida..
Este vagabundo eu que me persegue
Este singular modo de ser gente
onde sofro passado e presente
Empurrando o futuro com unha e dente..
Alegria vã de algumas horas nunca completa..
nunca contente....
Mais ..mais e mais mais amor ! um céu maior!
uma estrela mais perto....um som mais puro...
Um poema que resume de verdade !
uma verdade que encha o mundo....
E me desperte...... mas onde essa realidade
..real e funda e mordente . ?......esta não..
Outra diferente....dimensão da morte e da vida..
Dentro há uma ....antiga mas perdi-me..
Poetas de sempre...ajudem ......
tatuem na minha testa a palavra......ida
tatuem na minha testa a palavra......ida
Margarida Cimbolini
